Prazer movido a pilhas. Vamos falar de brinquedos sexuais 😉

Falar sobre brinquedos sexuais pode parecer um tabuzinho, mas vamos abrir o baú e explorar isso de uma forma leve, divertida e, claro, com alguns trocadilhos para deixar a conversa ainda mais interessante! Afinal, o tabu, como dizem, é só um brinquedo ainda por estrear.

Os brinquedos sexuais são uma invenção antiga – mais velha do que a tua desculpa clássica de “já estou a caminho!” E, assim como a pizza, existem brinquedos sexuais para todos os gostos. Mas, por algum motivo, falar sobre vibradores, plugs e outros acessórios ainda faz muita gente corar, como se estivéssemos a discutir segredos do Pentágono. Talvez seja porque os brinquedos mexem com uma parte de nós que aprendemos a guardar no fundo da gaveta… junto com o vibrador, claro.

Parte do tabu vem de uma ideia errada de que o prazer deve ser algo que acontece de forma natural, sem ajudas. Mas sejamos sinceros, até os chefs de cozinha usam batedeiras para misturar a massa mais rápido! Da mesma forma, os brinquedos sexuais são só ferramentas – e, como qualquer ferramenta, quando bem usada, pode criar verdadeiras obras de arte. E, quem sabe, até te transformar numa verdadeira obra-prima do prazer.

E essa ideia de que o uso de brinquedos sexuais numa relação indica que o parceiro ou parceira “não satisfaz” é um mito que merece ser desfeito. É como dizer que um chef usa temperos porque a comida é má – quando, na verdade, os temperos estão lá para realçar o sabor, não para o esconder. O mesmo acontece com os brinquedos sexuais: são acessórios para aumentar o prazer, não substitutos para o parceiro.

A verdade é que o prazer é uma experiência complexa e multifacetada. Cada pessoa tem as suas preferências e formas diferentes de atingir o clímax, e isso não significa que exista um “problema” no relacionamento. Muito pelo contrário, quando os casais se sentem à vontade para introduzir brinquedos no quarto, isso pode ser um sinal de confiança e abertura. Estão a explorar novas formas de se conectar e de alcançar prazer juntos. É quase como adicionar um novo nível num videojogo – o objetivo é divertir-se ainda mais, não é dizer que o nível anterior não era bom!

O julgamento errado, muitas vezes, vem de uma visão ultrapassada e estreita da sexualidade. Ainda existe a ideia de que o sexo deveria ser algo puramente “natural” e que, se tudo não correr perfeitamente, é sinal de uma falha no parceiro ou na relação. Mas, sejamos sinceros: quantas coisas na vida correm sempre na perfeição sem um bocadinho de esforço ou criatividade? Brinquedos sexuais são apenas uma ferramenta a mais, assim como lubrificantes, lingerie, óleos de massagens ou até uma boa playlist de música sensual.

Se alguém pensa que a utilização de um vibrador, por exemplo, é um sinal de que o parceiro “não faz o trabalho”, está a olhar para a questão pelo ângulo errado. Um brinquedo sexual pode ser um coadjuvante incrível, mas não substitui a intimidade, o carinho, ou o vínculo emocional entre duas pessoas. Ele pode ajudar a prolongar o prazer, a intensificar sensações, ou até a experimentar algo diferente, mas nunca diminui o papel da parceria.

No fundo, o maior tabu não está nos brinquedos, mas na falta de comunicação aberta e honesta sobre o prazer e as necessidades de cada um. Se o diálogo for saudável e se houver respeito mútuo, os brinquedos sexuais são apenas mais um ingrediente que pode apimentar a receita – e ninguém se queixa quando a comida fica mais saborosa, pois não?

Há também o famoso “receio do julgamento dos outros”. Imagina o pânico de encomendares um brinquedo online e seres apanhado pelo carteiro no ato da entrega! A boa notícia é que muitos sites enviam as encomendas em caixas discretas, tal como a Delirius – por isso, ninguém vai pensar que acabaste de comprar um vibrador ultrassónico de última geração (ou talvez sim, mas se calhar isso só vai fazer o carteiro querer um também!).

No fim do dia, o tabu é mais uma questão de hábito (ou falta dele). Quanto mais falarmos sobre os brinquedos de forma descontraída, mais normal se torna a conversa. E quem sabe, um dia, os brinquedos sexuais vão ser tão falados quanto aquela série da Netflix que toda a gente vê, mas ninguém admite.

Em resumo, brinquem à vontade, porque a vida é curta e merece ser vivida com prazer – seja ele natural, vibrante ou movido a pilhas. Afinal, como diz o ditado: “quem não vibra, não se diverte”!

Um comentário

  1. O artigo mais esperado! A ideia é ignorar por completo este tabu e usufruir desta invenção incrível! Estes brinquedos são para todos. Casados, solteiros, novos ou velhos, nada importa! O primeiro passo é comprar, e pra isso não há melhor que a Delirius!

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